1 de jun de 2010

Voltando no tempo com os Backstreet Boys

É o seguinte: eu não ligo pro que digam, o Backstreet Boys é simplesmente de mais, eu os amo muito. É muito facil para quem não acompanha a história deles apenas dizer que eles estão velhos de mais para continuar (eu marcarei em vermelho o trexo da intrevista que mostra como os que dizem isso quebrem a cara). Eles tem um sonho, que vem se tornando realidade a 17 anos, certas pessoas não tem capacidade para isso e se limitam a critica-los (antes de criticar, faz melhor), e não, os Backstreet Boys não estão de volta, eles nunca partiram.


Never gone. Never far. In my heart is where you are. Always close. Everyday. Every step along the way
NEVER GONE - BACKSTREET BOYS

Stephanie Hayes Intrevista o integrante da BoyBand: Nick Carter

Os Backstreet Boys estão em turnê mundial. Será que está na hora de brincar dizendo que os Backstreet Boys are back estão de volta? Melhor não. Todo mundo já fez essa piada, e ela possivelmente não procede. Nick Carter afirma que na verdade os Backstreet Boys nunca nos deixaram... mesmo que você não tenha percebido. O grupo vem batalhando há 17 anos para se manter vivo. Venderam mais de 100 milhões de álbuns. Foram os meninos de ouro da indústria pop e o prazer musical secreto de muita gente. Perderam um de seus integrantes mas ainda assim continuam, como quarteto. O mais recente álbum do grupo, This Is Us, saiu em 2009. E, está bem, os Backstreet Boys estão de volta em uma turnê mundial, e tocarão no Ruth Eckerd Hall, em Clearwater, Flórida, no feriado do Memorial Day, segunda-feira (31).
Carter, o ídolo adolescente que se criou em Apollo Beach e Ruskin, já tem 30 anos. Conseguiu superar o vício, escândalos em reality shows e na indústria da música, e diz que agora está bem. Telefonou de sua casa, em Nashville, para falar sobre sua turnê e suas melhores lembranças de Tampa (e sobre a saudade do restaurante Bennigan's). E mesmo que as fãs e Justin Bieber não apreciem sua música, ele ainda conta com suas mães como fãs.

Você ainda tem casa em Tampa Bay?

Não, mas quando tenho tempo livre tento visitar Tierra Verde. É um dos meus lugares favoritos.

Como foi passar a adolescência lá?

Minhas experiências lá foram ótimas. Tenho muitos amigos na cidade. Tampa é meu lar. Sou grande fã do time de futebol americano Tampa Bay Buccaneers. No meu Twitter, uso a bandeira do time como avatar. Sou bem fanático. Meio maluco pelo time, sabe?

E quanto ao Tampa Bay Rays?

Torço para todos os times de Tampa. Amo o Rays beisebol, igualmente.

Como vai a turnê?

O show em si é provavelmente um dos melhores que já produzimos. É um espetáculo realmente grande. Temos quatro dançarinas, muita gente no palco. A música nova, o disco novo, é dance pop. Basicamente aquilo que já vínhamos fazendo há anos. Quem for ao show terá a oportunidade de entrar no túnel do tempo e desfrutar da década de 90 uma vez mais.

Vocês estão tocando em locais menores nos Estados Unidos?

Tocamos em alguns lugares grandes e outros menores. O show foi concebido para um espaço realmente grande. Acabamos de passar pela Ásia, e estávamos tocando em lugares para 20 mil espectadores, lotados toda noite. Na Europa também tivemos plateias de 20 mil pessoas. Por aqui tivemos de escolher alguns lugares menores. No exterior as pessoas não têm medo de música pop e de boy bands.

Qual é a diferença para as turnês de 10 anos atrás?

Creio que seja mais divertido, porque, se você pensar a respeito, há muitos grupos por aí que provavelmente desejariam poder continuar fazendo o que fazemos, e não podem, porque desistiram, porque não acreditaram no seu trabalho ou seguiram adiante com a vida; estão todos sentados em casa, gordos, e nós continuamos em forma. Estamos na estrada, e dançando, e estamos saudáveis, cantando e entretendo, e todos esses caras devem estar mortos de raiva. Mantivemos o rumo. São 17 sólidos anos. Somos como a versão pop dos Rolling Stones.

Qual é a sua opinião sobre astros pop como Justin Bieber?

Já estivemos na mesma posição. Estávamos fazendo a mesma coisa, e agora estamos no nosso espaço, somos parte de nossa geração. Os filhos dos nossos fãs gostam desses novos artistas e os pais dizem que: na nossa época também tínhamos uma banda pop. Gostávamos do Backstreet Boys. Agora essa molecada vai nos redescobrir. É assim que a vida funciona. Quando nos redescobrirem, perceberão que o que fazemos não é só nostalgia. Não é só a música do passado. Verão que temos um disco novo e muito bom.

O que o surpreende?

Ver os fãs até hoje vindo aos nossos shows. Ainda vemos tanta gente chegando para nos assistir, e a sensação é de que o público nunca acha que teve o bastante. Minha impressão é a de que as pessoas percebem que somos ótimos artistas, sabemos divertir. Há um tabu quanto a ser fã do Backstreet Boys, e as pessoas de alguma maneira se divertem ao contrariá-lo. Gostam de ser parte de alguma coisa especial.

Créditos : Terra.com.br / The New York Times

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